A Gucci foi além em todos os sentidos no seu desfile de inverno 2019.

E não só porque apresentou bolsas de cabeças, dragões e pessoas de três olhos, mas porque se propôs a trazer um pouco do mundo do livro Manifesto Ciborgue, da autora Donna Haraway. A norte-americana é uma filósofa feminista e socialista cuja obra questiona os limites entre humano e máquina, e que enfatiza as fronteiras transgredidas através do ciborgue, um ser sem sexualidade definida, que pode ser o que quiser – infinitas possibilidades.

Tudo isso aconteceu em um cenário cirúrgico, fazendo menção ao processo manual e trabalhas o que acontece nos ateliês de costura.

De novo uma marca importante da moda, se posiciona contra o conservadorismo, fala de feminismo e cita o papel da mulher e a aceitação da multiplicidade de personalidades.

Ruptura total não é? Moda mostrando novamente como é muito mais que estética!


Gucci was beyond in its 2019 winter runway show.
And not only because it introduced bags of people heads, baby dragons and people of three eyes, but because it intended to bring a little of the world of the book Manifesto Ciborgue, of the author Donna Haraway. The North American is a feminist and socialist philosopher whose work questions the limits between human and machine, and that emphasizes the transgressed borders, a being without defined sexuality, that can be that it wants – infinite possibilities.
All this happened in a surgical scenery, making mention to the manual process and work what happens at the seam studios.
Again an important label positions against the conservatism, making an speech of feminism and mentioning the woman and the acceptance of the multiplicity of personalities.
Rupture is the word right? Fashion again showing is so much more than esthetics.

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